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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

As águas como as mágoas




passeiam pelas anáguas
das moças da cidade
que vertem seus olhos
aos rios que nelas desaguam
as águas como as anáguas
entregam-se aos igarapés
encharcam-se de mundo
mergulham até o fundo
para voltar à tona
secam.
as mágoas e as anáguas
apertam as carnes
sufocam a alma
porque tudo que queriam
era não existir.

6 comentários:

Analuka disse...

Um belo, forte e bem construído poema, para um fotografia delicada e densa... Abraços a ambos, Sindri e Larissa. Que a arte insista em germinar e florir pelo mundo, surjam suas flores de terras, cactos, ventres, águas, céus!...

Larissa Marques disse...

enquanto Sindri me inspirar minhas palavras serão para suas imagens!
beijo, Analuka!

Herr Schwartz disse...

BELO TRABALHO PARABENS!
!

lalo disse...

HOLA SINDRI MUY BUENAS LAS FOTOS COMO ASI TBM LAS POESIAS QUE ACOMPAÑAN. NOS ENCONTRAMOS EN LA FACULTAD DE BELLAS ARTES EN ARGENTINA SOY MARCE LALO BESOS NOS VEMOS A LA VUELTA.

lalo disse...

SINDRI NOS VEMOS A LA VUELTA EN ARGENTINA, OJALA ALGUN DIA PUEDA CONOCER BRASIL PAIS BONITO Y TROPICAL. PAIS DE CARNAVAL!!! UN BESO MARCE LALO

Sindri disse...

Hola Lalo, cuando volver en la facultad hablamos un poco más! Besos!